terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Te amo para sempre




A estudante de engenharia professora Jaqueline Madeira do Nascimento, de 29 anos, morreu baleada em uma tentativa de assalto por volta das 21h de sábado, na frente de uma das filhas, de 2 anos, quando chegava em casa, em Colégio, na Zona Norte do Rio. O corpo dela foi enterrado nesta segunda-feira, no Cemitério de Irajá, no Subúrbio.
 O marido da professora, o engenheiro civil e sargento do Corpo de Bombeiros Anderson Costa da Silva, de 35 anos, chegou ao local em tempo de levá-la com vida à UPA mais próxima, onde ela morreu. Anderson contou que o casal não tinha inimigos e que não entende até agora o que aconteceu. Ele publicou uma carta na qual conta sua história de amor com a mulher. 
Leia a íntegra da carta de Anderson:



"Amigos, eu tive a oportunidade de encontrar um anjo que se apresentou como gente na minha vida.
Nos conhecemos ainda na infância, ela com 2 e eu com 7. O mundo deu voltas e, quando ela tinha 19, começamos a namora. Em 2005 ficamos sabendo que a Rafinha estava chegando e marcamos o casório.
Não tínhamos nada, e ela me ajudava a subir os tijolos com uma barriga de 3 meses. Fizemos nossa casa, e neste tempo moramos num quarto e depois numa meia água. Partimos pra dentro com apenas um quarto e banheiro e depois fomos fazendo as outras paredes. A Rafa já estava com uns 3 ou 4 meses. Montamos nossa empresa e, em 2007, terminamos nossa casa. Em 2008 quebramos e passamos até por necessidades de alimentos, mas sempre estivemos juntos.
Em outubro de 2008, ela me indicou para prestar serviços na empresa onde trabalhava e começamos a prosperar novamente.
Tínhamos planos para os próximos 10 anos e ela era a única pessoa que sempre soube todos os passos, eu falava que se eu morresse ela iria tocar tudo e fazer o futuro das meninas (a Gabi chegou em 2010).
Mas ontem, Nosso Pai disse que já estava bom e a chamou para junto dele.
Eu ficava horas conversando com a minha amiga, na sala, na cama, no café da manhã.
Eu tive anos de verdadeira felicidade, pena que a missão dela teve que terminar.
Ela era minha amiga, eu consegui encontrar o prêmio que todos procuram, eu encontrei a minha alma gêmea.
Ela me ensinou a servir sem propósito, apenas pelo benefício do outro.
Ensinou a ter propósito sem pegar na minha mão, eu não era nem tinha nada, e hoje tenho projetos sólidos.
Ela me tratava como um filho e eu queria protegê-la como uma joia.
Eu só não tinha a resposta para este caminho que a vida nos levou.
Eu confesso que não sou forte e apesar de discutir algumas vezes eu nunca teria peito pra sair de perto dela.
Mas não tivemos escolha, e agora me prendo ao que ela me ensinou nesta vida de exemplos. Eu não acreditava na pureza de sentimentos e na ingenuidade dos detalhes que ela observava, mas tudo isto me empurra a aceitar mais este desafio. E eu realmente acredito que um dia vou encontrá-la e dizer "a missão foi cumprida".
Meus amigos, dediquem um minuto e façam uma oração pedindo paz e tranquilidade nesta nova jornada que ela atravessa.
Na tarde passada, nossa pequena família feliz dormia junta depois do almoço, e ontem mesmo ela ficou menor. Mas temos que continuar a ser felizes e preencher o vazio com os sorrisos dela.
Eu estou feliz porque posso dizer que tenho duas joias, uma com a cara e outra com seu temperamento.
Eu estou feliz porque amei e fui amado, porque tentei dar de tudo para ela e sei que ela, mesmo sem fazer força, foi muito melhor que eu.
Que a paz de nosso Divino Deus esteja com você meu grande amor.
Te amo para sempre."



...vamos acordar...





Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:


- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que
sacos de plástico não 

são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje,
minha senhora.
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se
preocupou adequadamente com o ambiente.

> Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

> Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

> Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

> Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

> Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

> Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

> Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.

> Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.

> Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

> Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm
mais de 50 anos de idade , e para os merdas que tem tudo nas mãos e só
sabem criticar o
s mais velhos.